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Dharma & Primatech Files #01

19/07/2012 0 comentários
Eae galera! eu quase me esqueço de postar hoje (perdão), mas é que hoje eu tava fora, então....
E tou meio que 5 horas atrasado! G.G
Enfim, vamos parar de lenga lenga, eu já pedi desculpa.
Hoje eu vou começar MAIS UMA ideia mirabolante minha.
 Os "Arquivos da Dharma e da Primatech".
 Explicando de um modo bem resumido, eu vou começar com algumas curiosidades sobre as duas séries (Heroes e Lost, que eu tanto amo <3), desmentir algumas teorias errôneas e, mais tarde, falar sobre cada personagem, se der certo.

 Por hoje, eu fiquei até agora pesquisando 8 curiosidades sobre Lost sem tentar spoillar muito.
 Por mais difícil que seja.
1 O significado dos números
  4, 8, 15, 16, 23, 42. A seqüência numérica cheia de mistérios, que sempre aparece na série, ganhou uma explicação oficial. Ela faz parte de uma equação criada pelo matemático (fictício) Enzo Valenzetti. E diz quanto tempo resta até o fim do mundo. Alvar Hanso, o fundador da Dharma, anunciou isso num vídeo que os produtores de Lost fizeram para a internet. O que Valenzetti fez foi dar valores numéricos para os fatores humanos e ambientais que levariam ao fim da humanidade?. E esses valores são 4, 8, 15, 16, 23 e 42. A explicação oficial termina aí, e você pode interpretá-la como quiser. Mas o ponto é que Hanso, após ter acesso à equação de Valenzetti, entrou de cabeça na idéia de salvar a humanidade da extinção. Como? Leia aqui embaixo.
2 As origens da Dharma
Se os números representam os fatores que vão levar ao fim do mundo, é preciso dar um jeito de alterá-los. Mas não basta caneta e papel. Segundo Alvar Hanso, para mudar os valores da equação precisaríamos manipular o meio ambiente e o comportamento das pessoas. Para entender isso melhor, vamos chutar o balde e partir para uma interpretação livre: se o número 4 representasse, vá lá, o nível da agressividade humana, precisaríamos baixá-la para 3 ou 2 para salvar o mundo. Hanso imaginou que, com muita pesquisa científica, daria para conseguir algo assim. Então, em meados dos anos 70, fundou a Iniciativa Dharma ( sigla em inglês para Departamento de Heurística e Pesquisa em Aplicações Materiais). "Heurística" é o ato de descobrir coisas novas. E era descobrindo coisas, em campos que vão da psicologia ao eletro-magnetismo, que a Dharma começou a mudar os fatores numéricos da equação. Para fazer isso de forma secreta, montaram seu aparato científico num lugar ermo: uma ilha que só a cúpula da Dharma sabe onde fica.
3 As experiências na ilha
Não está claro que tipo de pesquisa os cientistas foram fazer lá. Mas não faltam pistas. Algumas inscrições num mapa da ilha que apareceu na TV deixam claro que a Dharma alterou o gene de ursos polares para adaptá-los à selva. Essa seria uma forma de manipular o ambiente para mudar os fatores da equação de Valenzetti. Das experiências com gente, a mais óbvia aparece por toda a 2ª temporada: condicionar pessoas a apertar botões em intervalos fixos de tempo. Mas há outra que só apareceu no vídeo de Hanso: expor pessoas a um vírus mortal. O grupo de cientistas de Danielle Rousseau, que aportou na ilha no final dos anos 80, provavelmente morreu por causa desse vírus. Algumas teorias, aliás, defendem que Danielle e sua trupe foram enviados pela Dharma (?) apesar de ela ter dito que foi parar na ilha por acidente. O único que foi REALMENTE admitido no presente ser parte da Dharma foi Ben, líder dos "Outros".
4 Quem são os Outros
Um porta-voz da Hanso Foundation, a empresa por trás da Dharma, disse numa entrevista (fictícia) ao canal ABC que a Iniciativa encerrou suas atividades em 1987. Então o que os Outros, que controlam instalações da Dharma, estão fazendo na ilha? Os outros (chamados de "Os Hostis", "Eles" e etc), são os "seguidores" de Jacob, a misteriosa figura "guardiã" da ilha. Todos eles foram mandados, de um jeito ou de outro, pra lá. Seguem fielmente Richard Alpert e mais uma meia dúzia de gente (subordinados diretos do Jacob). Seja como for, eles talvez não sejam os únicos "Outros" ali. Abaixo.
5 Uma civilização perdida
Quem estava na ilha antes de a Dharma chegar? O povo que fez a estátua de 4 dedos, aquela do final da 2ª temporada. Os produtores disseram no podcast de Lost que, sim, ela foi feita antes de a Iniciativa atracar na ilha.  Na verdade, a civilização Egípcia já habitou a Ilha! Apesar de nunca ser descritos em detalhes (Antes mesmo de Jacob, O Homem de Preto e Richard chegarem na Ilha), foram eles que construíram a estátua de Taweret (deusa da proteção, fertilidade e nascimento).
6 O chefe supremo dos outros
Os nomes de Lost não existem em vão: John Locke e Danielle Rousseau, batizados em homenagem a filósofos, estão aí para provar. No caso dos Outros, a inspiração parece ter vindo da Bíblia. E isso pode revelar algumas coisas. Tipo: o líder Benjamin Linus teria um superior vivendo na ilha, Jacob. O fato é que, na Bíblia, Benjamin é o nome do filho preferido de... Jacob (Jacó, em português). O livro sagrado também diz que Jacó é filho de Isaac. E, sim, tem um Isaac em Lost. Ele é um curandeiro que vive na Austrália. Foi à clínica dele que Bernard levou Rose para tentar livrá-la de um câncer. É que Isaac usa o que ele chama de "força da Terra" para extirpar tumores e fazer com que paralíticos voltem a andar. A Dharma pesquisa a força magnética toda especial da ilha. Tão especial que destrói cânceres e cura paralíticos. Isaac, então, pode ter conexões com a Dharma. E até ser o chefão dos Outros. Pelo menos é o que está na Bíblia.
7 As infiltradas
Lybby
Não faltam suspeitas sobre a moça. Primeiro, ela não revela que já conhecia Hurley antes do vôo. Quando o gordinho diz "Te conheço de algum lugar...", ela só fala: "Você tropeçou no meu pé enquanto embarcava no avião". Mas sabe-se que isso não aconteceu. Também sabemos que o marido dela, morto, se chamava Dave. E que Hurley matou duas pessoas ao derrubar um píer com seu peso. E que ele tem um amigo imaginário chamado Dave. A suspeita é que os dois Daves sejam a mesma pessoa. Hurley teria criado o amigo imaginário por causa da culpa que sente por ter matado o Dave de Libby no píer. Por sinal, esse Dave freqüentava píeres, já que tinha um barco. O mesmo barco que Libby deu para Desmond. Tudo isso indica que ela colocou Hurley e Desmond de propósito na ilha.  Seria uma possível teoria bonitinha, né? Mas os produtores colocaram ela como mais uma internada da clínica onde o Hurley passou um tempo.
Cyndy
O escritor Gary Troup foi um dos passageiros que morreram na queda. Ele escreveu o livro Bad Twin (lançado na vida real). E dedica a obra ao amor de sua vida: a aeromoça Cindy, uma das sobreviventes. Bom, Bad Twin menciona a Hanso Foundation. Isso indica que Gary (e possivelmente Cindy) tenha alguma ligação com a Dharma. A aeromoça sumiu no meio do mato na 2ª temporada, mas volta agora, na 3ª. A ABC mostrou, num trailer, que ela está vivendo com os Outros. Parece bem feliz. Então nada impede que Cindy já soubesse o que estava acontecendo na ilha, e que tenha ajudado a levar os passageiros do vôo 815 para servirem de cobaias aos Outros. Talvez ela saiba muito mesmo. É que seu ex-amante Gary Troup chegou a fazer um outro livro. A obra se chama A Equação de Valenzetti aquela mesma, que deu início à Dharma.
8 E MAIS IMPORTANTE: MUITOS mitos surgiram sobre o fim da série, como o de eles estarem num manicômio, estarem "sonhando" ou, o que mais me chocou: devido ao confuso último episódio, de eles já estarem mortos. NENHUM DESSES é verdade. O próprio diretor mantém um site (o LostExperience) com suporte pra algumas teses sobre a Ilha e ELE MESMO já desmentiu essa ideia maluca.
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